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domingo, 14 de fevereiro de 2016

Ministro diz que a vacina contra zika, faca pronta e um ano, OMS discorda...




Enquanto isto, o Brasil tem mais de 5 mil casos de microcefalia notificados no país...
Da serie ministros imprestáveis, este da saúde, tem um destaque bem especial nesta ala do governo. Totalmente despreparado para exercer o cargo de vital importância, o de gestor da saúde. Mas diante das negociatas, comuns no Brasil, seja qual for o partido, com a desculpa da tal, governabilidade, a presidente Dilma, teve que fatiar seu governo, com os partidos que apoiaram o PT, nas eleições passadas.Dos 467 diagnósticos confirmados da doença até o início deste mês, foram identificados, em 41 pacientes, correlação com o vírus zika. Desde o início do surto, em outubro do ano passado, 5.067 suspeitas da malformação foram contabilizadas. Agora, nas clinicas particulares muitas crianças tem nascido com microcefalia, em especial aqui em Salvador. será que isto, esta sendo relatado para o ministério da saúde? Recentemente Marcelo Castro, disse que em um ano, a vacina contra a zika, estaria pronta no Brasil. A vacina contra a dengue, foi liberada agora, depois de quase 20 anos de testes. Mais cautelosa que o Ministério da Saúde, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou uma previsão maior para a produção de uma vacina contra o zika. Segundo a OMS, só deve ficar pronta para testes clínicos em, pelo menos, 18 meses, frente aos 12 estimados pelo ministro Marcelo Castro na última quinta-feira. Em Genebra, a vice-diretora da OMS, Marie-Paule Kieny, garantiu que 15 laboratórios e agências de pesquisa se dedicam atualmente à elaboração da vacina. Segundo Kieny, duas delas são promissoras, a que está sendo desenvolvida pelo Instituto Nacional de Saúde (INH) dos Estados Unidos, e a do laboratório indiano Bharat Biotech. A produção de uma vacina tem duas etapas, com subdivisões, que podem tomar até uma década. Na primeira, chamada de pré-clínica, a nova molécula é testada em laboratórios e, depois, em animais, que geralmente são camundongos. Durante a etapa clínica, a primeira fase começa com o teste em humanos para avaliar a segurança do produto. Na segunda, calcula-se qual seria a dose ideal e o esquema de vacinação para a imunização eficiente. Na fase três, a proteção é posta à prova por meio de vacinação em grande número de pessoas com chances maiores de infecção. Na fase final, é feito o acompanhamento, para confirmar se a vacina provoca efeitos adversos ou se é segura para uso em grande escala. A OMS ainda não confirmou a relação entre o zika e o aumento no número de casos de microcefalia, síndrome de Guillain-Barré e outros possíveis desdobramentos neurológicos da infecção. “Ainda precisamos de algumas semanas para demonstrar se há uma relação de causalidade, mas é altamente provável”, disse Kieny.

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